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sábado, 9 de março de 2019

História de uma gaivota e de um gato que a ensinou a voar

O realizador italiano Enzo D'Alò filmou "Historia de una gaviota y del gato que le enseñó a volar", filme de desenho animado, baseado na obra homónima de Luis Sepúlveda. 
O filme estreou em 1998. Embora não seja em português, vale muito a pena o esforço para ver.

trailer https://youtu.be/vl60ggCL1KA
https://youtu.be/LWMaD5Ze-Io (em francês)
https://youtu.be/Z--LJreTWck (em francês)
https://youtu.be/_qdgLBjOk1U (em inglês)
https://youtu.be/iz6qGtBMzC0 (em italiano) - a maldição dos mares
https://youtu.be/r20vKEnaJNQ - cena dos ratos

História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar

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Vídeos de promoção do Teatro Art'Imagem: "História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar". Texto: Luís Sepúlveda. Dramaturgia e encenação: Pedro Carvalho e Valdemar Santos.

sábado, 5 de janeiro de 2019

O Cavaleiro da Dinamarca - cidadania

Partilho este trabalho que me parece uma boa ajuda para compreender a obra e os valores que conduziram os passos do Cavaleiro.



segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Contos Fantásticos, Teófilo Braga

Resultado de imagem para contos fantásticos de Teófilo Braga

Formatos Disponíveis: .epub .pdf

Coletânea de contos com temas de paixões frenéticas, conducentes a suicídios, mortes, traições, renúncias extremas. Uma das primeiras incursões, feitas por um autor português, no universo da literatura fantástico-gótico, muito pouco validado em Portugal. Refletem no autor uma direta influência de leituras de Hoffman e de EdgarAllan Poe.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Livro: Estórias Abensonhadas — Mia Couto

O perfume 

 “… Glória se levantou, ela e o vestido se arrastaram mutuamente para o quarto. Incrédula e sonambulenta, arrastou o pente pelo cabelo. Em vão. O desleixo se antecipara fazendo definitivas tranças. Lembrou as palavras de sua mãe: mulher preta livre é a que sabe o que fazer com o seu próprio cabelo. Mas eu, mãe, primeiro, sou mulata. Segundo, nunca soube o que é isso de liberdade. E riu-se: livre? Era palavra que parecia de outra língua….Abriu a gaveta, venceu a emperrada madeira. E segurou o frasco de perfume, antigo, ainda embalado. Estava leve, o líquido já havia evaporado. Justino lhe havia dado o frasco, em inauguração de namoro, ainda ela meninava. Em toda a vida, aquele fora o único presente. Só agora se somava o vestido. Espremeu o vidro do cheiro, a ordenhar as últimas gotas. Perfumei o quê com isto, se perguntou, lançado o frasco no vazio da janela. Nem sei o gosto de um cheiro.”…
“…E ficou a ver Justino se afastando entre a fumarada do salão, tudo se comportando longe. Vezes sem conta ela vira esse afastamento, o marido anonimado entre as neblinas dos comboios….No limiar da porta, Justino ainda virou o rosto e demorou nela um último olhar. Com surpresa, ele viu a inédita lágrima, cintilando na face que ela ocultava. A lágrima é água e só a água lava tristeza. Justino sentiu o tropeço no peito, cinza virando brasa em seu coração. E fechou a noite, a porta decepando aquela breve desordem.’
Uma prosa tão bonita que parece poesia! Este e outros contos para ler em formato digital:

Mia Couto – Estórias Abensonhadas  livro em pdf.

O perfume - página 20; Sapatos de tacão alto - página 53

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

O Diário de Anne Frank em BD

«Publicado em 1947, O Diário de Anne Frank jamais deixou de ser reeditado. Aos 70 anos ganha uma nova versão, a da novela gráfica. Para os autores, Ari Folman e David Polonsky, o livro "não faz parte da indústria do holocausto".

[...] se Anne tinha 14 anos, decerto o seu Diário dirá muito aos da sua idade, além de ser uma narrativa de dias em muito semelhantes aos que milhões de crianças vivem em 2017 nos países em convulsão e guerra. 
A fundação decidiu convidar a dupla Folman-Polonsky, que é mundialmente conhecida através do documentário animado A Valsa com Bashir, por achar que o rigor de um e a arte do outro transformariam O Diário de Anne Frank numa versão capaz de atrair novos leitores. A intenção era adaptar à nova linguagem da juventude e o melhor pretexto está no 70.º aniversário da publicação de o Diário, em 1947.»

Vejam aqui o vídeo.

http://observador.pt/2017/09/18/porto-editora-publica-primeira-adaptacao-grafica-do-diario-de-anne-frank/

terça-feira, 23 de maio de 2017

Os Músicos de Bremen

No blog Paixão Alentejana, encontrei a fotografia da esquerda e lembrei-me do conto "Os Músicos de Bremen", dos irmãos Grimm. Esta história já foi representada pelo Grupo de Teatro Às Três Pancadas, da DDJ.
Nesta história, um burro, um cão, um gato e um galo, maltratados pelos seus donos, abandonam-nos e decidem seguir para Bremen, uma cidade onde conhecerão a liberdade.
No caminho para Bremen, avistam luz numa casa; espreitam dentro desta e veem ladrões desfrutando do produto de seu roubo. Apoiados nas costas uns dos outros, decidem cantar, na esperança de serem alimentados. A sua 'música' tem um efeito inesperado: os homens fogem, não sabendo a origem de tão estranho som. Os animais tomam posse da casa, comem uma boa refeição, e dormem.
Durante a noite, os ladrões regressam e um deles entra na casa para investigar. Ao ver os olhos do gato brilhando no escuro, pensa que sejam brasas e inclina-se para acender a sua vela. Numa rápida sucessão de acontecimentos, o gato arranha-lhe a cara, o burro dá-lhe um coice, o cão morde-lhe e o galo afugenta-o porta fora, cacarejando. O homem diz aos seus companheiros que foi atacado por monstros: uma bruxa horrível que o arranhou com as suas enormes unhas (o gato), um gigante que lhe deu uma paulada (o burro), um ogre que o arranha com uma faca (o cão) e, o pior de tudo, - um juiz que gritou aos seus ouvidos "Agarrem esse patife" (o galo). Os ladrões abandonam a casa devido às estranhas criaturas que dela se apossaram, e os animais vivem felizes nela até ao fim dos seus dias.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

sexta-feira, 13 de março de 2015

O Alienista, de Machado de Assis

O QUE EU ANDO A LER

Ando a reler uma novela formidável, talvez a mais formidável novela escrita em português. É de um brasileiro, Machado de Assis (1839-1908) que escreveu quase tudo no séc. XIX. Contemporâneo de Eça (a quem acusou de plágio na obra ‘O Crime do Padre Amaro’, que na sua opinião era inspirada na obra de Zola ‘La Faute de l’Abbé Mouret’, o que era totalmente falso, porque a obra de Eça começou a ser publicada antes de a de Zola ver a luz do dia), Machado de Assis tem um talento e um humor incomparáveis. Numa crítica feroz ao cientifismo (hoje ainda tão na moda) e ao racionalismo positivista, a novela de que digo finalmente o nome – O Alienista – conta-nos como o médico Simão Bacamarte vai internando os habitantes da sua pequena terra, por serem loucos. E como descobre que, afinal, loucos são os que não internou. Enfim, o melhor é ler. A boa notícia é que pode ler a novela de graça, aqui. (É legal, já não tem direitos de autor).

Expresso Curto, 12 de março de 2015
 
 

A Árvore, de Sophia de Mello Breyner



 
 

A Árvore é um conto tradicional Japonês recontado por Sophia de Mello Breyner Andresen.

Apesar de ser uma leitura para o 5º ano, fica este link para um reconto deste conto em vídeo, utilizando estampas japonesas.
 

 https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=Q4bku3vYmiQ

domingo, 8 de fevereiro de 2015

«Mestre Finezas»

Após a leitura do conto «Mestre Finezas», in Aldeia Nova, de Manuel da Fonseca, aqui fica o questionário resolvido e alguns recursos expressivos.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Educação literária

Algumas narrativas recomendadas para o 8º ano:

AUTORES PORTUGUESES
A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, de Mário de Carvalho;
"Saga", in Histórias da Terra e do Mar, de Sophia de Mello Breyner;
"História da Gata Borralheira", in Histórias da Terra e do Mar, de Sophia de Mello Breyner;
O Mundo em que Vivi, de Ilse Losa;
A Instrumentalina, de Lídia Jorge;
Vento, Areia e Amoras Bravas, de Agustina Bessa-Luís;
"Jesus", Bichos, Miguel Torga;
"Destinos", Novos Contos da Montanha, de Miguel Torga;
"Vae victis", Os Meus Amores, Trindade Coelho;
"A estrela", de Vergílio Ferreira;
O conto da ilha desconhecida, de José Saramago:
O Homem sem Sombra, de António Torrado;
A ilha encantada, (teatro) de Hélia Correia;
O Colar (teatro), de Sophia de Mello Breyner;
Falar Verdade a Mentir (teatro), de Almeida Garrett;
Os Lusíadas, adaptação em prosa de João de Barrros ou de Amélia Pinto Pais


AUTORES ESTRANGEIROS
O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, de Jorge Amado
Uma fotografia na rua, de Agustin Fernandéz Paz;
O Alienista, de Machado de Assis;
Sexta-Feira ou a Vida Selvagem, de Michel Tournier;
A Pérola, de John Steinbeck;
A ilha do Tesouro, de Robert Louis Stevenson;
A bicicleta que tinha bigodes, de Ondjaki

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Educação Literária - obras recomendadas

 Conhece as obras de referência da literatura portuguesa e universal indicadas nas Metas Curriculares de Português e no Plano Nacional de Leitura.

Clica aqui para saberes mais sobre a Educação Literária.


 
 
 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Miura, um conto de Miguel Torga

Incluído no livro Bichos, o conto "Miura" é um conto de grande atualidade pela sua temática. Nele, Miguel Torga, dá voz aos sentimentos e reflexões de um touro, que perante a humilhação de uma tourada se entrega à morte "oferecendo o pescoço vencido ao alívio daquele gume".


Vídeos de apoio:

No teu manual tens o poema "Tourada" de Ary dos Santos. Lê-o e ouve a canção, interpretada por Fernando Tordo, que ganhou o Festival da Canção de 1973.

Esta ilustração em BD vai ajudar-te a compreender o conto.
Miguel Torga, Miura, BD por Miguel Rocha




Miura  Conto Contigo 7

Podes ainda ver, para te ajudar a refletir:

domingo, 17 de novembro de 2013

Lendas

Gostam de lendas? Então aqui fica um link para o lendarium.org que vos pode ajudar a fazer um recolha de lendas ou, simplesmente, a lê-las.

http://gostodeverarte.blogspot.pt/2010/08/
madu-lopes-pintor-gaucho-tche.html
Lenda do Amor Imortal   
Lenda dos Sete Ais                    
A lenda das Amendoeiras
Lenda da Cova Encantada

Clicando na imagem abaixo, vais ter acesso a uma grande variedade de lendas.

http://www.lendarium.org/

Há muitas outras hipóteses disponíveis. Aqui vai mais uma história tradicional:


Jornal Expresso, Fábulas de La Fontaine