domingo, 24 de abril de 2016

Concurso de Leitura Eduarda Galhoz

No dia 21 de abril, na Biblioteca da DDJ, decorreu a 2ª fase do XXV Concurso de Leitura.
Na sessão da manhã, contámos também com a presença da professora Eduarda Galhoz, que dá o nome ao concurso.
A todos muitos parabéns!
https://pt.scribd.com/doc/310293370/Os-Melhores-2016
https://pt.scribd.com/doc/310293370/Os-Melhores-2016

Concurso Ortográfico 2015-2016


E finalmente, cá estão os resultados do Concurso Ortográfico.
Obrigado a todos pela colaboração.
Clica nos lápis para saberes quem são os vencedores.

https://pt.scribd.com/doc/310292117/VencedoresConcursoOrtografico2015-16

https://pt.scribd.com/doc/310292117/VencedoresConcursoOrtografico2015-16

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Turpilóquios - blog ou blogue

Turpilóquios – O ComRegras é um “blog” ou blogue?

by Alexandre Henriques
turpilóquiosPorque confundimos algumas palavras? Por que razão cometemos erros de ortografia?
Nas frases interrogativas usamos o “porque” e o “por que”. Se antecede um verbo, usa-se “porque”. Se antecede um nome, deve escrever-se separado “por que”.
O ComRegras é um “blog” ou blogue?
As línguas são cada vez menos xenófobas. A palavra blog pode ser escrita na sua forma original se for destacada em itálico ou se estiver entre vírgulas. Todavia, coexiste com “blogue”, um aportuguesamento da palavra já dicionarizado e que tomou forma a partir da fonética da palavra inglesa. De momento, é aceitável usar as duas grafias. As palavras, como os imigrantes, precisam de algum tempo para estabilizar.
Os dois alunos malquistaram-se. Os TPC em excesso malquistam os encarregados de educação.
O verbo malquistar admite uma forma pronominal e uma forma transitiva. Significa que alguém se zanga ou se torna inimigo de outrem, ou que alguma coisa faz zangar alguém. As malquerenças devem ser evitadas, exceto quando não o podem ser.
Se não fosses tu... Eu não desabafo senão contigo!
A primeira frase é constituída por uma oração condicional, estando a subordinada implícita. A forma “senão” é sinónima de “exceto”. Para perceber como se escreve, devemos proceder a uma substituição lexical. 
*Exceto não fosses tu… Eu não desabafo exceto contigo.
 Vai-se andando, tem de ser e outros psitacismos…
Tenho simpatia por esta palavra. Significa falar de cor, discursar sem conteúdo, copiar as frases dos outros. É o ato de fala verborrágico por excelência, tão comum nos nossos dias. Vem da palavra psittakós, que em grego significava papagaio.
Alexandra Lopes

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Turpilóquios

Turpilóquios – uma rubrica sobre língua portuguesa para disfrutar.

by Alexandre Henriques

Ficam mais um exemplos numa rubrica que agora passa a semanal.
turpilóquios
Tens de seguir a tua medicação ou a tua medicamentação?
A forma mais corrente é “medicação”, mas “medicamentação” existe e está igualmente certa.

É preciso fazer os trabalhos de casa. Tu fazes os TPC. Eu fiz os TPC.
É preciso fazê-los, tu fá-los, eu fi-los.
Quando a forma verbal termina em r, s ou z, a pronominação faz-se com -lo, -la, -los, -las.
(Por vezes ouvem-se palavras estranhas em tuguês arcaico: é preciso fazeresos, tu fázios, eu fízios. Essas formas devem ser rapidamente exterminadas por perigo de contágio.)

A queda iminente do edifício mais eminente da rua.
 A palavra iminente significa o que está quase a acontecer, o que está muito próximo no tempo. A palavra eminente significa o que é mais alto, o que sobressai, o que é excelente ou muito importante. Por exemplo, a forma de tratamento de um cardeal é “Sua Eminência”.

Dessa maneira hades ter muitos amigos, não aja dúvida!
Esta frase é uma promoção (do tipo dois por um) do erro ortográfico. O verbo Haver é dos mais vilipendiados no uso da língua portuguesa. A forma correta seria “tu hás de”, no presente do indicativo, sem hífen desde o AO, e “não haja dúvida” no presente do conjuntivo, terceira pessoa do singular.

Prontos, ‘tamos feitos!
A palavra “pronto” funciona como adjetivo se acompanha um nome. Repare-se na frase: Os bolos de chocolate estão prontos. Quando se usa isoladamente, a forma correta é “pronto”, no singular, e funciona como um advérbio semelhante a “agora” (estamos feitos), ou como uma locução do género “em conclusão” (estávamos perdidos).


“Diz-se muita tolice. Se não se dissesse tanta, seria melhor, mas menos divertido.”
Surgem frequentemente confusões, apesar da diferença na oralidade. O truque mais simples é passar para a polaridade negativa: «não se diz» e «se não se dissesse». Desfaz-se assim a dúvida entre o presente do indicativo e o pretérito imperfeito do conjuntivo.

http://www.comregras.com/turpiloquios
-uma-rubrica-sobre-lingua-portuguesa-para-disfrutar_2/




domingo, 7 de fevereiro de 2016

Há livros que nos podem fazer mal?

Este artigo, encontrado no Publico on-line, https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/ha-livros-que-nos-podem-fazer-mal-1722455, destina-se mais às profs, embora não se proíba ninguém de o ler.

Fica um excerto:
"[...] do ponto de vista clínico, estes livros nunca são perigosos. [..] Impedir os livros da grande literatura, desde a infância, é infantilizar. A infantilização traz um grande perigo: o de haver outra vez sociedades concentracionárias e com um poder vertical.”
A literatura “ajuda a construir a identidade. É fundamental. [..]Todos os livros canónicos são uma preparação para a vida. E, se pudermos, ler os clássicos das várias culturas. Porque somos isso tudo.”

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Re(descobrindo) Ilse Losa

https://ilselosa.wordpress.com/ - Informação sobre a escritora e os seus livros.

https://ilselosa.wordpress.com/                                   https://www.pinterest.com/pin/4362930867059949/
 
A propósito do conto A visita ao Padrinho, de Ilse Losa:
  • Teste Oral e excerto do conto
https://pt.scribd.com/doc/294554249/DIAL5-Teste-Oral-6-a-Visita-Do-Padrinho
  • Demonstração de uma pintura  de periquitos (pintura acrílica com azul claro, azul escuro, branco e preto).
https://www.pinterest.com/pin/4362930867059949/