quinta-feira, 28 de abril de 2016
domingo, 24 de abril de 2016
Concurso de Leitura Eduarda Galhoz
No dia 21 de abril, na Biblioteca da DDJ, decorreu a 2ª fase do XXV Concurso de Leitura.
Na sessão da manhã, contámos também com a presença da professora Eduarda Galhoz, que dá o nome ao concurso.
A todos muitos parabéns!

https://pt.scribd.com/doc/310293370/Os-Melhores-2016
Na sessão da manhã, contámos também com a presença da professora Eduarda Galhoz, que dá o nome ao concurso.
A todos muitos parabéns!

https://pt.scribd.com/doc/310293370/Os-Melhores-2016
Concurso Ortográfico 2015-2016
E finalmente, cá estão os resultados do Concurso Ortográfico.
Obrigado a todos pela colaboração.
Clica nos lápis para saberes quem são os vencedores.
https://pt.scribd.com/doc/310292117/VencedoresConcursoOrtografico2015-16
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Turpilóquios - blog ou blogue
Nas frases interrogativas usamos o “porque” e o “por que”. Se antecede um verbo, usa-se “porque”. Se antecede um nome, deve escrever-se separado “por que”.
O ComRegras é um “blog” ou blogue?
As línguas são cada vez menos xenófobas. A palavra blog pode ser escrita na sua forma original se for destacada em itálico ou se estiver entre vírgulas. Todavia, coexiste com “blogue”, um aportuguesamento da palavra já dicionarizado e que tomou forma a partir da fonética da palavra inglesa. De momento, é aceitável usar as duas grafias. As palavras, como os imigrantes, precisam de algum tempo para estabilizar.
Os dois alunos malquistaram-se. Os TPC em excesso malquistam os encarregados de educação.
O verbo malquistar admite uma forma pronominal e uma forma transitiva. Significa que alguém se zanga ou se torna inimigo de outrem, ou que alguma coisa faz zangar alguém. As malquerenças devem ser evitadas, exceto quando não o podem ser.
Se não fosses tu... Eu não desabafo senão contigo!
A primeira frase é constituída por uma oração condicional, estando a subordinada implícita. A forma “senão” é sinónima de “exceto”. Para perceber como se escreve, devemos proceder a uma substituição lexical.
*Exceto não fosses tu… Eu não desabafo exceto contigo.
Vai-se andando, tem de ser e outros psitacismos…
Tenho simpatia por esta palavra. Significa falar de cor, discursar sem conteúdo, copiar as frases dos outros. É o ato de fala verborrágico por excelência, tão comum nos nossos dias. Vem da palavra psittakós, que em grego significava papagaio.
Alexandra Lopes
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Turpilóquios
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Ficam mais um exemplos numa rubrica que agora passa a semanal.
Tens de seguir a tua medicação ou a tua medicamentação?
A forma mais corrente é “medicação”, mas “medicamentação” existe
e está igualmente certa.
É preciso fazer os trabalhos de casa. Tu
fazes os
TPC. Eu fiz os
TPC.
É preciso fazê-los, tu fá-los, eu fi-los.
Quando a forma verbal termina em r, s ou z, a pronominação
faz-se com -lo, -la, -los, -las.
(Por vezes ouvem-se palavras estranhas em tuguês
arcaico: é preciso fazeresos, tu fázios, eu
fízios. Essas formas devem ser rapidamente exterminadas por perigo
de contágio.)
A queda iminente
do edifício mais eminente
da rua.
A palavra iminente
significa o que está quase a acontecer, o que está muito próximo no tempo. A
palavra eminente significa
o que é mais alto, o que sobressai, o que é excelente ou muito importante. Por
exemplo, a forma de tratamento de um cardeal é “Sua Eminência”.
Dessa maneira hades ter
muitos amigos, não aja dúvida!
Esta frase é uma promoção (do tipo dois por um) do erro
ortográfico. O verbo Haver é dos mais vilipendiados no uso da língua
portuguesa. A forma correta seria “tu hás
de”, no presente do indicativo, sem hífen desde o AO, e “não haja dúvida” no presente do conjuntivo,
terceira pessoa do singular.
Prontos, ‘tamos feitos!
A palavra “pronto” funciona como adjetivo se acompanha um nome.
Repare-se na frase: Os bolos de chocolate estão prontos. Quando se usa
isoladamente, a forma correta é “pronto”, no singular, e funciona como um
advérbio semelhante a “agora” (estamos feitos), ou como uma locução do género
“em conclusão” (estávamos perdidos).
“Diz-se
muita tolice. Se não se dissesse tanta, seria melhor, mas menos divertido.”
Surgem frequentemente confusões, apesar da diferença na oralidade. O truque
mais simples é passar para a polaridade negativa: «não se diz» e «se não se
dissesse». Desfaz-se assim a dúvida entre o presente do indicativo e o
pretérito imperfeito do conjuntivo.
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domingo, 7 de fevereiro de 2016
Há livros que nos podem fazer mal?
Este artigo, encontrado no Publico on-line, https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/ha-livros-que-nos-podem-fazer-mal-1722455, destina-se mais às profs, embora não se proíba ninguém de o ler.
Fica um excerto:
"[...] do ponto de vista clínico, estes livros nunca são perigosos. [..] Impedir os livros da grande literatura, desde a infância, é infantilizar. A infantilização traz um grande perigo: o de haver outra vez sociedades concentracionárias e com um poder vertical.”
A literatura “ajuda a construir a identidade. É fundamental. [..]Todos os livros canónicos são uma preparação para a vida. E, se pudermos, ler os clássicos das várias culturas. Porque somos isso tudo.”
Fica um excerto:"[...] do ponto de vista clínico, estes livros nunca são perigosos. [..] Impedir os livros da grande literatura, desde a infância, é infantilizar. A infantilização traz um grande perigo: o de haver outra vez sociedades concentracionárias e com um poder vertical.”
A literatura “ajuda a construir a identidade. É fundamental. [..]Todos os livros canónicos são uma preparação para a vida. E, se pudermos, ler os clássicos das várias culturas. Porque somos isso tudo.”
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Re(descobrindo) Ilse Losa
https://ilselosa.wordpress.com/ - Informação sobre a escritora e os seus livros.
A propósito do conto A visita ao Padrinho, de Ilse Losa:
- Teste Oral e excerto do conto
- Demonstração de uma pintura de periquitos (pintura acrílica com azul claro, azul escuro, branco e preto).
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